Nova sistema de pontuação acirra disputa do
Paulista de Velocidade na Terra

O critério de pontuação adotado neste ano para as provas do Paulista de Velocidade na Terra, que realiza sua segunda etapa neste final de semana, dias 11 e 12 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), vem ajudando a aumentar a competitividade entre os pilotos que disputam o certame.

Pelo novo sistema, que aboliu a regra do descarte obrigatório, a pontuação de cada etapa passou a ser progressiva e escalonada. Ou seja, os pontos conquistados pelos dez primeiros colocados nas categorias Turismo A, B, Fórmula Tubular e Super Fórmula Tubular vão aumentando gradativamente até a quarta etapa. Na quinta a pontuação volta a ser equivalente a primeira etapa, mas passa a subir agora com peso maior.

Para exemplificar, o vencedor da primeira etapa recebeu 20 pontos, nesta segunda vai levar 22, mas nas duas últimas o ganhador fatura 30 pontos. "Acho que é um critério mais justo, pois nos dois últimos anos, ganhei a maioria das corridas mas quase perdi o campeonato por descontar pontos que conquistei vencendo. O descarte puni quem vence mais", diz o piloto João Marcelo, bi-campeão da Turismo A, que neste ano está disputando a Super Fórmula Tubular .

Outras bonificações que não existiam também foram criadas para ajudar os pilotos que conquistam as melhores marcas nas tomadas de tempo classificatórias e quem crava a volta mais rápida durante cada prova. Ambas premiam o competidor com um ponto a mais.

Os pilotos Wilson Sega (Americana) e Cristian Domeq (Campinas) souberam tirar proveito das novas regras, venceram as duas provas da primeira etapa, cravando a pole e marcando as melhores voltas, conclusão, lideram o campeonato com folga logo no início em suas respectivas categorias, Turismo A e B.